MIME-Version: 1.0 Content-Type: multipart/related; boundary="----=_NextPart_01CBE31A.6F022EE0" Este documento é uma Página da Web de Arquivo Único, também conhecido como Arquivo da Web. Se você estiver lendo esta mensagem, o seu navegador ou editor não oferecem suporte a Arquivos da Web. Baixe um navegador que ofereça suporte a Arquivos da Web, como o Microsoft Internet Explorer. ------=_NextPart_01CBE31A.6F022EE0 Content-Location: file:///C:/2669C651/2011.htm Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Content-Type: text/html; charset="us-ascii"
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TOWARZYSTWO POLSKA |
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GRANDES VULTOS POLONESES |
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Relembrando a nos=
sa
seção de Grandes Vultos Poloneses, da nossa Gazetka Polska,=
queremos
fazer uma=
span> homenagem especi=
al
para nossa querida Maria Skło=
dowska (Skło-dow-ska), em artigo enviado pelo nosso associado Nazareno D. Angulski, referente ao Ano Internacional da Quím=
ica –
2011. |
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=
Em =
Importa destacar =
que
oito anos antes, se tornara a primeira mulher a receber tal láurea,
quando obteve o Nobel de física junto com seu marido Pierre Curie =
e o
físico francês Antoine Henri Becquerel. =
Em homenagem a um=
a das
maiores cientistas de todos os tempos, lembrando o centenário de s=
ua
premiação, a Organização das Naç&otild=
e;es
Unidas - ONU proclamou 2011 - Ano Internacional da Química para
celebrar as contribuições dessa área para o bem-esta=
r da
humanidade. =
É interess=
ante
saber um pouco de Maria Sklodowska, nascida em Varsóvia, capital da
Polônia, no dia =
A menina loura, de
feições delicadas, carinhosamente chama=
da
pelos pais e irmãos de Manya, aprendeu a ler com quatro anos e sem=
pre
foi a primeira aluna de sua turma no colégio. Além do
polonês, dominava mais quatro idiomas: russo, francês,
alemão e inglês. =
Logo em seguida da
obtenção em 1883, do diploma do curso secundário,
começou a dar aulas particulares e, mais tarde, para sustentar os
estudos da irmã Bronia na França, foi governanta. Em 1891, =
aos
24 anos, partiu para Paris, onde se matriculou na Faculdade de
Ciências, na Sorbonne, na qual se licenciou em física e
matemática. =
No ano de 1893,
conheceu o físico Pierre Curie, com que se cas=
ou
dois anos depois. =
O Casamento com P=
ierre
deu início a uma das maiores aventuras da ciência. =
Em 1898, Pierre e=
Marie Curie, ao fracionarem o minério pechblen=
de,
perceberam que era mais radioativo, por sinal, termo inventado por
ela, do que o próprio urânio, descobriram o polônio,
homenagem de Marie ao seu país natal. =
Idealistas e abne=
gados,
logo em seguida começaram a 'caça' ao elemento rádio,
assim era 1899, quando este elemento radioativo, cerca de 100 mil vezes m=
ais
do que o urânio, passou a ter existência oficial.=
=
A glória c=
hegou
para o casal em 1903, quando dividiram com Becquerel o Nobel de
Física. =
É preciso
destacar, que meses antes da notícia do prêmio, Marie recebe=
ria
o título de doutora em ciências físicas, com
menção honrosa, pela Universidade de Paris. =
Marie Curie demon=
strou
que boa ciência se faz com determinação, idealismo,
teimosia e, sobretudo, renúncia. Seus
anos como estudante em Paris foram um período de muitas
dificuldades financeiras e materiais. =
Seu trabalho at&e=
acute;
hoje é sinônimo de todos esses adjetivos que caracterizam os=
verdadeiros
cientistas. =
É oportuno
lembrar que Marie e sua filha Irene Curie, visitaram depois de breve esta=
da
no Rio de Janeiro, o Instituto do Radium, =
É interess=
ante
saber também que sua filha Irene e o marido,
Jean-Frédéric Joliot, receberam, em 1935, um ano apó=
s a
morte de Marie Curie, o prêmio Nobel de Química, pela
obtenção dos primeiros elementos radioativos artificiais, ou
seja, por mostrarem que elementos estáveis podem ser transformados,
por reações nucleares, em radioativos. =
Assim, de certo m=
odo,
reproduziram os feitos e a glória do casal Curie. É
importante reconhecer que o Ano Internacional da Química, comemora=
do
em 2011 em todo o mundo, busca homenagear a grande cientista polonesa Mar=
ie
Curie, cujo legado para a ciência moderna é imensuráv=
el,
bastando citar os diagnósticos e tratamentos médicos
resultantes de seus trabalhos que vêm salvando um número
considerável de vidas desde então e de novas descobertas
creditadas certamente à constante superação da
inteligência do ser humano. Fonte: PINTO, A. da=
C.
Marie Curie - legado imensurável. São Paulo: Ciência
Hoje, Número 278, Vol. 47, Jan/Fev 2011. |